Rio de Janeiro, RJ - A velocista brasileira Ádria Santos (foto) só entra na pista do Engenhão no fim de semana, mas engana-se que para ela o momento é de descanso na Vila Parapan-Americana. Figurinha carimbada na arquibancada desde o início dos Jogos, segunda-feira, ela não perde a oportunidade de incentivar seus companheiros de delegação durante as provas.- Vim para curtir tudo. Vibro bastante, a emoção de estar na arquibancada é muito legal. A torcida é marailhosa, passa uma energia gostosa e já me faz entrar no clima para, se Deus, quiser dar tudo certo nas minhas provas - diz a brasileira, que competirá nos 200m e 800m T11.
Responsável por uma lesão que fez Ádria desistir de participar dos 100m e 400, a contratura na coxa já não incomoda tanto.
- Fiz uma ressonância ontem, que mostrou que o caso não é grave. Não é nada que vá me atrapalhar nas provas.
Depois de relamar publicamente das vaias para atletas que não são brasileiros, ela pediu respeito aos adversários.
- Fico triste porque temos que aprender a torcer pelo Brasil, mas respeitar os outros países. O atleta não vem pra cá para se sentir mal, ele quer estar bem, prestigiado com o evento.
fonte - GloboEsporte.com

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